ArcelorMittal vai investir entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões no Brasil
Texto: Redação Revista Anamaco
A ArcelorMittal acaba de anunciar a aprovação final de novo investimento no Brasil: a instalação de um Laminador de Tiras a Frio e uma Linha de Revestimento Contínuo na Unidade Tubarão, situada em Serra (ES) com valor total estimado entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões.
Jorge Oliveira, presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO da ArcelorMittal Aços Planos Latam, explica que o Laminador de Tiras a Frio e a linha de Revestimento Contínuo deverão permitir à empresa oferecer produtos de elevado valor agregado para setores como automotivo, construção civil e linha branca. “A iniciativa posiciona a unidade como um polo estratégico de inovação e desenvolvimento para a indústria brasileira, além de impulsionar o desenvolvimento econômico no Estado do Espírito Santo”, pontua.
Segundo ele, com foco na produção de aço de alta qualidade, a linha de Revestimento Contínuo terá capacidade anual de 560 mil toneladas de produtos, processados a partir das bobinas a quente já produzidas na referida unidade. “São produtos laminados a frio e com revestimento metálico, proporcionando maior resistência à corrosão e um acabamento diferenciado”, acrescenta.
A expectativa é que as obras tenham início ainda em 2026, com duração aproximada de três anos e meio. O pico da construção deverá gerar cerca de 3.000 empregos, enquanto a fase operacional contará com aproximadamente 450 profissionais. O início das operações está previsto para primeiro semestre de 2030. "O investimento na Unidade de Tubarão é um marco que reforça nosso compromisso com o desenvolvimento do Espírito Santo. Ao gerar oportunidades, atrair novos negócios e criar um efeito multiplicador positivo em toda a cadeia de valor, este projeto contribuirá para o crescimento econômico do Estado e reflete nossa confiança no futuro do Brasil. Por meio deste investimento, fortaleceremos nossa presença em mercados de alto valor agregado, como os setores automotivo, da linha branca e da construção civil", afirma o executivo.
Foto: Divulgação




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