Sustentabilidade

Artecola adota uso de empilhadeiras elétricas e reduz pegada de carbono

Texto: Redação Revista Anamaco

A Artecola está avançando em sustentabilidade e no seu plano de descarbonização operacional. A empresa, que vinha utilizando empilhadeiras a gás - de menor impacto ambiental por registrarem baixa emissão de poluentes - passa a usar, nas plantas do Brasil,  empilhadeiras elétricas, que, segundo a companhia são ainda mais eficientes para redução das emissões de carbono, além de simplificarem o processo de uso pelos operadores. “Cálculos mostram que a redução nas emissões de gases de efeito estufa serão de, aproximadamente, 41.300 kg de CO2e em um ano”, explica Alessandra Lemos, especialista em ESG da companhia.
Segundo ela, a decisão de substituir as empilhadeiras se alinha ao esforço da Artecola para reduzir, constantemente, a emissão de carbono no ambiente, já que é um dos responsáveis pelo efeito estufa na Terra.
Foram substituídos, ao todo, sete equipamentos, alcançando 100% das operações de Campo Bom e Caxias do Sul (RS) e 25% de Tatuí (SP). A empresa já havia migrado para os elétricos nas unidades do Chile e da Colômbia. “A Artecola deu mais um passo em sua estratégia de sustentabilidade ao substituir empilhadeiras a gás por modelos elétricos, reduzindo, significativamente, as emissões de gases de efeito estufa e tornando suas operações mais limpas e eficientes”, reforça Alessandra.
As novas empilhadeiras utilizam bateria de lítio, que marcam uma mudança em performance sustentável, eficiência e economia. A principal delas é a emissão zero de poluentes, já que o motor não funciona a combustão. “Com isso, o espaço de trabalho fica mais limpo e silencioso, garantindo bem-estar e conforto às equipes de trabalho”, afirma.
A especialista cita, ainda, a eficiência energética como outra vantagem, com baterias de maior vida útil e que operam com recargas rápidas, garantindo uma atividade sem interrupções. “Por não dependerem de combustíveis e dispensarem manutenção frequente, os modelos elétricos representam menor custo mensal para a empresa e simplificam processos”, acrescenta.
A equipe recebeu treinamento da Asker, que fornece os equipamentos, sobre uso e carregamento das empilhadeiras. “A nova tecnologia reduz check list, com bem menos itens para verificar, elimina todo o risco do contato com o gás e ainda as paradas para troca de cilindros”, explica Marcos Alberto Susin, diretor da Asker.

Foto: Adriane Costa/Divulgação

Artecola adota uso de empilhadeiras elétricas e reduz pegada de carbono
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