Ciss lança a Cissa e amplia uso de Inteligência Artificial para a gestão do varejo
Texto: Redação Revista Anamaco
Gerenciar uma loja de material de construção envolve acompanhar uma variedade de itens, estoques, compras, vendas, margens e informações financeiras. Com operações cada vez mais digitalizadas, cresce também a necessidade de transformar esse volume de dados em análises mais claras para a gestão.
Atenta a isso, a Ciss, empresa brasileira de tecnologia para o varejo, apresenta a Cissa, sua Inteligência Artificial (IA). “O lançamento marca a expansão para o mercado de uma tecnologia que já vem sendo incorporada ao ecossistema da companhia e passa, agora, a ampliar a experiência dos clientes com suas soluções de gestão”, explica Diego Gesser, diretor de Desenvolvimento da empresa.
Integrada às soluções da companhia, a IA foi desenvolvida para analisar informações do negócio, gerar insights dentro do contexto do varejo e criar novas formas de interação com os dados. A proposta é ajudar o gestor a identificar situações que merecem atenção com mais rapidez, fornecendo maior embasamento para suas tomadas de decisão.
Gesser destaca que uma das aplicações da Cissa na gestão é uma ferramenta de insights integrada ao CISSPoder, o ERP da companhia voltado ao segmento de material de construção. Ao abrir o sistema, o gestor encontra a leitura do negócio já pronta, apresentada em cards, permitindo ao gestor visualizar riscos, oportunidades e indicadores relevantes, aprofundar cada análise e interagir com a IA a partir do contexto apresentado.
O diretor salienta que um dos princípios do projeto é não depender apenas de uma pergunta feita pelo usuário. A experiência pode partir de indicadores, alertas e oportunidades, previamente identificados pela Ciss, com base na sua experiência de mais de três décadas atuando no segmento varejista de material de construção. "O varejo é um dos setores que mais gera dado e um dos que menos tempo tem para olhar para ele. Quem administra a loja não precisa de mais um relatório, precisa que alguém aponte onde olhar primeiro. É isso que a Cissa faz: lê a operação, mostra o que saiu do padrão e explica o porquê, para que a decisão continue sendo de quem conhece o negócio. A inteligência artificial não substitui o varejista, ela devolve tempo para ele decidir”, finaliza.
Foto: Divulgação




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