Confiança do consumidor em queda
Texto: Redação Revista Anamaco
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), caiu 1,2 ponto em fevereiro, para 86,1 pontos, menor nível desde agosto de 2025 (85,5 pts.). Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 0,9 ponto, para 87,5 pontos.
No mês, a queda do indicador foi influenciada, principalmente, pela piora das expectativas para os próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) recuou 2,6 pontos, para 88,7 pontos, menor nível desde agosto de 2025 (86,9 pontos). O Índice de Situação Atual (ISA), por sua vez, variou no sentido contrário e avançou 0,9 ponto no mês, atingindo 83,5 pontos.
Entre os quesitos do IE, os indicadores de situação financeira futura da família e de compras previstas de bens duráveis recuaram 4,9 e 3,8 pontos, para 82,9 e 81,7 pontos, respectivamente.
No sentido inverso, o indicador de situação econômica local futura avançou 1,5 ponto, para 103,7 pontos. Entre os quesitos que compõem o ISA, o indicador de situação econômica local atual avançou 0,6 ponto no mês, para 96,1 pontos, maior nível desde janeiro de 2014 (96,8 pontos) e o indicador de situação financeira atual da família subiu 1,2 ponto, para 71,3 pontos.
A pesquisa revela que queda da confiança dos consumidores ocorreu de forma heterogênea entre as faixas de renda apuradas na sondagem, com queda mais intensa na de menor poder aquisitivo e alta para os consumidores de maior renda (renda familiar acima de R$ 9.600,01).
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