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Confiança do consumidor estável

Texto: Redação Revista Anamaco

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), ficou relativamente estável, ao recuar 0,1 ponto em junho, para 88,7 pontos. Na média móvel trimestral, o índice avançou 0,2 ponto, para 88,9 pontos.
O resultado reflete variações contrárias dos seus componentes. O Índice de Expectativas (IE) caiu 0,9 ponto, para 90,4 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual (ISA) avançou 0,9 ponto, em sua terceira alta consecutiva, alcançando 87,0 pontos, maior nível desde outubro de 2014 (88,0 pts.).
Entre os quesitos que compõe o IE, o indicador de compras previstas de bens duráveis registrou queda de 3,0 pontos, para 80,0 pontos, menor nível desde outubro de 2025 (78,5 pontos). O indicador de situação financeira futura da família também caiu, em 1,7 ponto, para 87,7 pontos, menor nível desde fevereiro de 2026 (82,9 pontos). Entre os quesitos do ISA, o indicador de situação econômica local futura subiu 2,4 pontos, para 105,3 pontos e o indicador de situação financeira atual da família avançou 2,3 pontos, para 79,0 pontos, maior nível desde abril de 2015 (81,5 pontos). Este último registra a quinta alta seguida e acumula ganho de 8,9 pontos ao longo de 2026. Apenas o indicador de situação econômica local atual recuou 0,4 ponto, para 95,4 pontos. 
A pesquisa indica que a variação na confiança dos consumidores ocorreu de forma heterogênea entre as faixas de renda apuradas na sondagem, com alta nas duas faixas mais baixas e queda entre consumidores que recebem a partir de R$ 4.800,01.

Foto: Adobe Stock

 

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