Coral resgata tradição das pinturas de rua e transforma a principal via da Rocinha
Texto: Redação Revista Anamaco
A Coral, marca de tintas decorativas da AkzoNobel, leva a campanha “Coral Fortalece o Pintor” para a Rocinha, no Rio de Janeiro, em uma ação que transforma a principal rua da comunidade em um gigante painel artístico de 200 metros.
O artista muralista Nobru Werneck, cria da comunidade, ao lado de pintores e outros artistas do território realizaram uma intervenção artística que une o espírito coletivo e a tradição dos brasileiros de pintar as ruas para torcer por seu esporte tão querido: o futebol.
Criada em parceria com a VML e a Digital Favela, e com apoio da Associação de Moradores da Rocinha, a iniciativa aconteceu com a intenção de valorizar os pintores e pintoras profissionais, conectando-os com a comunidade e realidade local. “Mais do que pintar uma rua, a ideia é mostrar como a Coral fortalece quem está por trás de cada parede colorida. Quando a marca entra em campo ao lado dos pintores da Rocinha, a campanha deixa de ser apenas mensagem e vira experiência real, registrada em conteúdo que nasce do próprio território”, comenta Juliana Zaponi, gerente de Comunicação e Cores Latam da AkzoNobel.
Ao todo, cerca de 30 pintores da Rocinha participaram dessa transformação. Eles são os personagens centrais do conteúdo gerados durante a ação, liderados por Leandro Piovesan, do perfil @eusoupintor e parceiro da marca que, há dois anos, transforma fachadas das casas em comunidades por todo Brasil.
A arte criada por Werneck, ao lado de outros artistas, celebra o pintor como referência da comunidade e exalta a colaboração, a partir do olhar de quem vive e trabalha na favela. Os elementos da profissão - latas de tinta, rolos, pincéis e ferramentas - são tratados como símbolos de orgulho e protagonismo, conectando o conceito “Soluções Vencedoras para os Craques da Pintura” ao universo da rua.
A Digital Favela atua como parceira estratégica no mapeamento e engajamento dos pintores e influenciadores da Rocinha, garantindo que a narrativa seja construída a partir do olhar de quem vive o território, mas o papel da agência vai além do mapeamento: é também trazer a marca para dentro da vivência real da comunidade. "A favela sempre produziu estética, tendência e comportamento. O que a gente faz é trazer a marca para viver o território de verdade não como observadora, mas como parte da dinâmica. E o território sabe mais do que ninguém, quando isso acontece de forma genuína", afirma Clarissa Crisóstomo, COO da Digital Favela.
Foto: Fotogracria/Divulgação




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