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Essenza, da Montana, leva conceito de acabamento para obras de arte em SP

Texto: Redação Revista Anamaco

A Essenza, da Montana, leva para o universo da arte a proposta que está na base de seu novo posicionamento: entender o acabamento não apenas como etapa final de um projeto, mas como parte da forma como uma superfície é percebida, valorizada e preservada.
Essa visão chega à exposição “Imaterialidade”, apresentada por Glenn Hamilthon, em São Paulo, com cerca de 20 obras distribuídas em três séries, nas quais matéria, cor, luz e sombra interferem, diretamente, na percepção do público.
A Mostra terá formato pocket, com período curto de visitação em razão do calendário da galeria. A exposição, que abriu ao público em 25 de setembro, acontece até 02 de outubro. “A parceria entre a Montana e a galeria nasceu da aproximação entre arte, design e a proposta da Essenza. Parte das obras da exposição utiliza acabamentos da marca, levando para os trabalhos uma dimensão que vai além da aplicação de cor: a luz, a textura, a superfície e as sombras passam a participar da experiência visual”, explica Elaine Guedes, diretora Comercial da empresa.
Sob o conceito “Mais que acabamento, Essenza”, a marca parte da experiência construída pela Montana no tratamento e acabamento da madeira para ampliar sua atuação junto a arquitetos e designers. A proposta combina o rigor técnico de origem italiana com uma interpretação voltada à realidade brasileira, considerando características como clima, luz, uso e identidade de cada projeto. “A parceria com Glenn mostra, na prática, o que está por trás do conceito ‘Mais que acabamento, Essenza’: uma visão em que cor, matéria e superfície também constroem identidade. Na exposição, esses elementos ganham uma dimensão artística e passam a interferir diretamente na percepção das obras”, frisa Elaine.
Segundo ela, a linha Essenza representa um novo estágio dessa relação, com uma proposta voltada à conexão com profissionais que influenciam escolhas, tendências e especificações. A diretora salienta que a madeira permanece como ponto de partida dessa experiência. “Foi a partir da compreensão das características do material no Brasil que a Montana desenvolveu métodos e conhecimento aplicado ao acabamento. Agora, essa experiência se expande para outras superfícies e possibilidades, com um portfólio que reúne laqueados, vernizes, texturizados, tingidores e efeitos metalizados e perolizados”, acrescenta.
Na exposição “Imaterialidade”, essa proposta aparece em três séries. Em “Levite”, estruturas geométricas de aço são suspensas por cabos finos, criando a impressão de que os elementos estão flutuando. A redução visual da densidade e do peso é parte central da obra, que explora a relação entre matéria, espaço e movimento.
Em “Livros”, chapas de aço perfuradas são dobradas ao meio e remetem às páginas de um livro, associado à ideia de conhecimento e transmissão. Os vazios das chapas permitem a passagem da luz e criam sobreposições e sombras que modificam a leitura da obra conforme o ponto de observação.
Já em “Horizontes”, telas de alumínio perfuradas e comprimidas trabalham com a percepção da cor. A mesma tonalidade pode parecer mais ou menos intensa de acordo com a forma como o metal é amassado, enquanto as sombras projetadas sobre o painel posterior acrescentam novas camadas à composição.

Foto: Divulgação

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