Respeito ao meio ambiente

Estudos indicam que telhas da Eternit são capazes de neutralizar emissões de CO2

Texto: Redação Revista Anamaco

Pela primeira vez em sua história, a Eternit encomendou estudos para medir a capacidade de absorção de CO2 de telhas de fibrocimento e as emissões do gás produzidas pelas suas fábricas. Em colaboração com a Universidade de São Paulo (USP), o primeiro estudo identificou que o volume de telhas comercializadas, em 2024, proporcionou o sequestro de 127.957 toneladas de CO2 (um ano de exposição).
O segundo trabalho, realizado pela R. Roche & Associados, revelou que, em 2024, foram emitidas 4.696 toneladas de CO2 pelas seis fábricas de fibrocimento da companhia. A partir dos dois estudos, a equipe de Pesquisa & Desenvolvimento da empresa concluiu sobre o potencial significativo que as telhas de fibrocimento têm no processo de descarbonização.
O Núcleo de Pesquisa em Materiais para Biossistemas & Laboratório de Construções e Ambiência FZEA/USP contemplou a medição do grau de “carbonatação”, nome dado ao fenômeno de absorção do CO2 da atmosfera, das telhas de fibrocimento ao longo do tempo quando submetidas às intempéries. “O estudo revela o potencial do fibrocimento em contribuir para uma rápida absorção de CO2 ambiental e diminuir a pegada antropogênica, que pode ser considerado muito relevante para a engenharia civil”, afirma o professor Holmer Savastano Júnior.
Rodrigo Inácio, presidente da Eternit, salienta que a construção civil está em processo profundo de transição e este marco coloca a marca em linha com as políticas pró meio ambiente mais atuais no cenário global. “O futuro sustentável traz métodos limpos, ágeis e eficientes nos diversos níveis da cadeia produtiva”, afirma o executivo.
Essa foi a primeira vez que o grupo de pesquisa da USP, referência no Brasil para trabalhos com fibrocimento, colheu dados públicos sobre o grau de carbonatação natural e volume que as telhas fabricadas pela Eternit sequestram de CO2 da atmosfera.
Paulo Eduardo Kunitz, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento, responsável da Eternit na condução do estudo, acrescenta que o  cimento é um dos grandes responsáveis pelas emissões de CO2, porém o fibrocimento possui alta capacidade de carbonatar naturalmente e sequestrar o gás carbônico do ambiente. “Essa reação química de carbonatação, contribui com a redução da permeabilidade, maior estabilidade dimensional e aumento da resistência mecânica, o que leva a melhores indicadores de ecoeficiência do produto. Iniciativas como esta que geram valor para a companhia e para a sociedade estão constantemente no radar da empresa”, finaliza.

Foto: Divulgação

Estudos indicam que telhas da Eternit são capazes de neutralizar emissões de CO2
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