Responsabilidade social

Fundação ArcelorMittal beneficiou cerca de 500 mil pessoas em 2025

Texto: Redação Revista Anamaco

Dedicada ao investimento social do Grupo ArcelorMittal no Brasil, a Fundação ArcelorMittal encerrou 2025 com R$ 40,7 milhões, entre recursos próprios e incentivados, destinados para programas nas áreas de educaçãoculturaesporte economia circular em todo o País. O valor investido viabilizou 108 projetos, desdobrados em 289 iniciativas, gerando impacto positivo a 486,3 mil pessoas.
No campo da educação, os esforços convergiram para a estratégia Liga Steam abordagem que integra conhecimentos de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática nas escolas públicas. O programa alcançou 903 municípios em 26 Estados e firmou alianças estratégicas, dentre elas, o acordo de cooperação técnica e financeira com a Unesco.
Ainda no primeiro semestre, a organização foi selecionada em edital do Ministério da Educação e Cultura (MEC) para ofertar formação a distância em Steam pela plataforma Avamec. Com isso, cerca de 2,3 mil educadores de todo o País receberam capacitação alinhada às metodologias pedagógicas da Base Nacional Comum Curricular e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. “Disponibilizamos aos professores o curso ‘Projetos Integradores Steam no Desenvolvimento de Saberes Digitais’, que habilita o professor a trabalhar a abordagem Steam no contexto do conhecimento digital, ampliando oportunidades de aprendizagem e fortalecendo o protagonismo de educadores e estudantes em todo o País”, descreve Camila Valverde, diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal.

Na frente de atuação da cultura, a Fundação impactou mais de 154,9 mil pessoas, por meio de programas e festivais que valorizam tradições regionais. Referência na formação de público para o teatro infantil, o Diversão em Cena promoveu 216 espetáculos em 44 localidades de sete Estados, atraindo mais de 66 mil espectadores. Além disso, o Projeto Acordes comemorou seu 15º aniversário, consolidando-se como um vetor de educação musical a crianças e jovens em municípios de Minas Gerais, São Paulo e Bahia, promovendo o desenvolvimento artístico por meio de aulas de flauta, violino, violoncelo e canto coral.
Camila lembra que, no esporte, por sua vez, a Fundação estimulou a formação de novos atletas em 16 modalidades, como judô, vôlei, handebol, taekwondo, ginástica de trampolim e futebol. Ao todo, mais de 10 mil crianças de 25 municípios e oito Estados participaram das aulas, fortalecendo o vínculo entre o esporte e a escola. 
No último trimestre do ano passado, a organização expandiu horizontes ao inaugurar uma frente dedicada à economia circular na indústria do aço. A nova atuação será focada no campo social, em três grandes dimensões: dignidade do trabalho, infraestrutura e novos negócios circulares. 
De acordo com a executiva, a estratégia foi definida após um estudo aprofundado e inédito sobre a convergência entre o investimento social privado (ISP) e a economia circular no Brasil. “O levantamento, encomendado pela Fundação ArcelorMittal e realizado pela plataforma Ago Social, sublinha a relevância do ISP brasileiro, que movimentou R$ 5,8 bilhões em 2024, segundo o Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife); e R$ 4,41 bilhões em investimento social corporativo (ISC) em 2023, conforme a Rede Bisc”, comenta.
A Fundação também se engajou em iniciativas de responsabilidade social. O programa Cidadãos do Amanhã, criado em 1999, mobilizou R$ 1,6 milhão em destinações fiscais e doações, beneficiando 32 Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA/FIA), em nove Estados. Já o programa Ver e Viver, que há mais de 25 anos promove o bem-estar visual de alunos da rede pública, contabilizou mais de três mil consultas oftalmológicas. Ao fim do processo, duas mil crianças receberam óculos gratuitamente, removendo barreiras para o aprendizado e o desenvolvimento social.
Institucionalmente, a entidade marcou presença nas principais agendas do terceiro setor no País. Dentre elas, o Congresso Gife, referência em investimento social privado, o Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais (IDIS) e o Encontro Nacional do Terceiro Setor (Enats). “A organização também participou do ato simbólico da B3, a bolsa de valores brasileira, onde integrou o grupo de organizações do terceiro setor que celebrou o Dia Nacional da Filantropia, em 20 de outubro”, lembra a diretora.
Ao avaliar o ciclo, Camila destaca que a maturidade e o alcance das frentes de atuação foram determinantes para o impacto social positivo e duradouro obtido em 2025. “Trabalhamos com o propósito de criar oportunidades para que as pessoas possam realizar o seu potencial nas frentes de educação, cultura, esporte e economia circular, buscando alavancar o desenvolvimento social e contribuir para a redução das desigualdades”, finaliza.

Fotos: Divulgação

Fundação ArcelorMittal beneficiou cerca de 500 mil pessoas em 2025
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