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InterCement Brasil aumenta competividade na indústria de cimento

Texto: Redação Revista Anamaco

A autoprodução de energia tem sido um dos pilares da estratégia da InterCement Brasil para aumentar a competitividade e garantir maior previsibilidade nos custos operacionais. Atualmente, uma média de 70% da energia consumida nas operações industriais vem de três usinas hidrelétricas nas quais a companhia possui participação. “Em uma análise comparativa, considerando os resultados de 2025, os gastos com energia elétrica seriam cerca de 35% maiores sem essa estrutura de autoprodução. Além do impacto nos custos, o modelo também contribui para o uso de uma matriz energética de baixo carbono”, explica Rodrigo Viana, gerente de Energia da companhia.
O tema foi apresentado durante o Energy Solutions Show, realizado nos dias 22 e 23 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). Durante o painel “De insumo a ativo: a energia como diferencial competitivo”, no primeiro dia do congresso, Viana destacou o papel da energia como um ativo estratégico para a indústria. “Trata-se de um modelo que contribui para reduzir a pegada ambiental e que, ao mesmo tempo, traz estabilidade nos custos e garante segurança de fornecimento”, afirma. 
Ele também ressaltou a importância de uma equipe especializada, capaz de acompanhar as movimentações regulatórias do setor. “Novas soluções de autoprodução de energia surgem no mercado e acabam, muitas vezes, sendo impactadas pela velocidade das mudanças regulatórias e pela volatilidade de preços”, observa. 
Segundo ele, a participação no evento reforça o posicionamento da InterCement Brasil como uma empresa que atua de forma estratégica na gestão de energia, aliando eficiência operacional, competitividade e compromisso com uma matriz energética mais sustentável. 

Foto: Divulgação

InterCement Brasil aumenta competividade na indústria de cimento
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