Juntos Somos Mais supera R$ 30 milhões mensais em vendas via WhatsApp
Texto: Redação Revista Anamaco
A Juntos Somos Mais, plataforma B2B que conecta indústrias e varejistas do setor de material de construção, alcançou a marca de R$ 30 milhões em vendas mensais realizadas via WhatsApp.
Fernando Dutra, diretor Executivo da empresa, frisa que esse volume consolida o aplicativo como um dos canais relevantes de transação da companhia, que soma mais de R$ 250 milhões em GMV (volume bruto de mercadorias) ao longo do ano, com média superior a R$ 1 milhão em vendas por dia útil.
Segundo ele, o avanço do WhatsApp como canal de compra faz parte de uma estratégia de pluralidade de canais adotada pela Juntos, que combina marketplace próprio e atendimento conversacional. Dutra salienta que a lógica é tratar o aplicativo não como um substituto, mas como um complemento à plataforma digital, ampliando praticidade e velocidade para diferentes perfis de lojistas. “O WhatsApp funciona como um aliado. O cliente pode escolher onde faz mais sentido comprar, dependendo do momento e do tipo de pedido. Em compras maiores, com muitos itens, o canal conversacional ajuda a ganhar agilidade na busca, na conferência e no fechamento do pedido”, afirma.
O executivo explica que o perfil das compras varia conforme o fornecedor. Em alguns casos, como o de grandes fabricantes, o WhatsApp é mais acionado em pedidos volumosos, nos quais a navegação item a item pode ser menos eficiente. Em outros, o comportamento de compra é bastante semelhante ao observado, sem diferenças relevantes entre os canais.
O diretor conta, ainda, que o uso do WhatsApp é mais concentrado entre pequenos lojistas, embora a Juntos registre vendas por meio do canal em todos os Estados do País. A maior parte do volume está no Sudeste, refletindo a mesma dinâmica geográfica observada no marketplace, onde a Região concentra uma parcela relevante da base ativa.
Na prática, a experiência do cliente é baseada em atendimento rápido e integração operacional. Os pedidos são feitos diretamente pelo aplicativo, com tempo de resposta inicial inferior a um minuto, segundo a companhia. A formalização da venda, o registro das conversas e o controle das transações seguem padrões corporativos. “Existe uma percepção de que o WhatsApp é um canal informal, mas nossa operação não funciona dessa forma. Utilizamos ferramentas oficiais, validadas pela Meta, com registro e armazenamento das conversas em plataformas próprias dos nossos fornecedores. Isso garante escala, controle e segurança tanto para o lojista quanto para a indústria”, diz Dutra.
O executivo acrescenta que, do ponto de vista operacional, o canal contribui para ganhos de eficiência ao reduzir fricções em pedidos complexos e acelerar o ciclo de compra. Para as indústrias, o modelo amplia capilaridade e proximidade com o varejo. Para os lojistas, oferece mais conveniência e rapidez no reabastecimento de estoque, especialmente em momentos de maior urgência.
Ele explica que a aposta no WhatsApp reforça a estratégia da Juntos Somos Mais de adaptar sua infraestrutura digital à realidade do varejo de material de construção, onde diferentes jornadas de compra coexistem. “O objetivo não é direcionar o cliente para um único caminho, mas permitir que ele compre da forma mais eficiente para o seu dia a dia”, garante.
Com a marca de R$ 30 milhões mensais superada, a empresa passa a tratar o canal como parte estruturante do negócio, integrado ao marketplace e às demais frentes da plataforma, em um movimento que reflete a digitalização progressiva das relações comerciais no B2B brasileiro.
Foto: Adobe Stock




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