Sil atualiza a composição das embalagens de seus produtos
Texto: Redação Revista Anamaco
Após avançar em diferentes frentes de sustentabilidade em seus processos fabris, a Sil Fios e Cabos Elétricos amplia seu olhar para a cadeia de suprimentos ao atualizar a composição das embalagens de seus produtos.
A partir de agora, todas as embalagens da marca irão conter 40% de PCR (Post-Consumer Recycled), sendo conhecido no Brasil como “Plástico reciclado pós-consumo”, originado de resíduos já utilizados e descartados pelos consumidores - como garrafas pet, recipientes e sacolas - que foram coletados, reciclados e reinseridos no sistema produtivo.
A iniciativa reduz o consumo de petróleo, assim como as emissões de CO2. Dessa forma, segundo as estimativas da empresa, em um ano, a adoção de embalagens com PCR na composição representará uma redução de cerca de 119 toneladas de CO2. Por fim, após a utilização, essas embalagens também são 100% recicláveis.
A primeira linha que recebeu as embalagens recicláveis foi a Eco, representada pelo cabo flexível AtoxSil Eco 750 V, que já contava com uma proposta inovadora por meio do uso do polietileno verde na própria composição do produto. “A partir desse passo, implantamos, gradualmente, as novas embalagens aos demais itens do portfólio, para chegarmos em sua totalidade no início deste ano. A qualidade das embalagens, a conservação e a integridade dos produtos permanecem inalteradas, reafirmando a excelência da Sil”, comenta Robson Jorge, gerente de Qualidade e Meio ambiente da Sil.
Ciente do impacto positivo que a comunicação visual exerce, a companhia passará a estampar em suas novas embalagens o símbolo de reciclável. Outro destaque é a presença do logo da “eureciclo”, comprovando a adesão da empresa ao modelo de compensação ambiental voltado à logística reversa de embalagens, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). “Com isso, a Sil compensa o impacto das embalagens que gera, reforçando seu compromisso social através do financiamento da reciclagem e apoio a cooperativas e operadoras do setor”, acrescenta o gerente.
Jorge explica que entre os principais benefícios da logística reversa estão as reduções nas emissões de CO2; de resíduos pós-consumo e destinados a aterros; menor consumo de água e energia elétrica; redução no consumo de matéria-prima fóssil, além da conservação de recursos naturais. Segundo estimativas da Sil, essa compensação, nos próximos 12 meses, deverá contribuir para uma economia de cerca de 348 toneladas de matéria-prima fóssil e para uma redução aproximada de 126 toneladas de CO2. “Com esse trabalho voltado à economia circular, somado às ações de responsabilidade ambiental já executadas, mostramos que é possível liderar uma transição com foco sustentável, mesmo em grande escala”, conclui.
Foto: Divulgação




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