Stihl substitui sistema de tratamento de efluentes industriais em São Leopoldo
Texto: Redação Revista Anamaco
A Stihl iniciou 2026 com um novo sistema de tratamento de efluentes industriais na fábrica de São Leopoldo (RS). O sistema de Eletrocoagulação tratará o efluente industrial por meio da tecnologia que utiliza apenas energia renovável e eletrodos de ferro como insumos, substituindo o processo que utilizava mais de 20 toneladas de produtos químicos mensalmente. A nova tecnologia prevê uma economia anual de R$ 1,6 milhão por meio da redução do consumo de químicos e destinação de lodo.
Além da economia financeira, a inovação tecnológica também contempla a automatização do processo, atualmente supervisionado em bateladas, alinhando à Indústria 4.0. “A Stihl está, constantemente, investindo para o desenvolvimento da produção com tecnologia de ponta. Não somente pelo ponto de vista da economia financeira, mas também visando uma eficiência técnica e ambiental. Além disso, a operação fica cada vez mais automatizada, com monitoramento contínuo de 27 novos parâmetros - como o pH, temperatura e condutividade - e acionamento automático de equipamentos, gerando maior segurança, confiabilidade e dados para a contínua otimização do processo”, afirma Jeferson Lima Ribeiro, diretor de Engenharia e Tecnologia da empresa.
De forma geral, a implementação da Eletrocoagulação eleva o patamar de sustentabilidade e eficiência da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da companhia. “Essa mudança estratégica minimiza a geração de resíduos perigosos e a dependência externa, ao mesmo tempo em que melhora a qualidade do efluente tratado - potencialmente aumentando a produção de água de reuso. Atualmente, cerca de 20% de todo consumo de água da Stihl já é proveniente do sistema de reuso de efluentes”, finaliza o diretor.
Foto: Divulgação




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