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Investimentos elevam capacidade produtiva do Grupo Vellore

Texto: Redação Revista Anamaco

Com foco em eficiência, tecnologia e capacidade de resposta rápida às demandas do mercado, o Grupo Vellore investiu, em 2025, R$ 2 milhões em modernização de sua estrutura. Os recursos foram destinados à aquisição de maquinário moderno, linhas automatizadas, digitalização total da fábrica e implantação de processos alinhados à Indústria 4.0, o que permitiu o crescimento de mais de 50% na capacidade produtiva.
O processo de modernização inclui duas novas máquinas sopradoras e uma linha completa de plafons (injeção, acabamento e montagem) para internalizar a produção e ampliar a capacidade instalada. A linha de embalagem das vassouras plásticas também foi automatizada com a adoção de um túnel termoencolhível, garantindo maior padronização e menor variação de qualidade.
A digitalização total da fábrica adicionou ainda mais eficiência ao processo, com monitoramento em tempo real da produtividade, disponibilidade e refugos, reduzindo desperdícios e elevando o controle produtivo. Com a operação digitalizada, mais de 10 mil impressões deixaram de ser realizadas ao ano, consolidando uma operação mais enxuta, sustentável e orientada por dados.
Para Diego Prestes, diretor Industrial do Grupo, a transformação digital elevou a maturidade operacional da fábrica. “Hoje, monitoramos desperdícios, retrabalhos e falhas com muito mais agilidade. Isso elimina etapas manuais, reduz custos e nos permite tomar decisões com base em dados”, afirma. “Conseguimos produzir mais, com mais precisão e um impacto direto na competitividade do Grupo Vellore”, reforça.
As mudanças permitiram ampliar a disponibilidade dos itens do portfólio Foxlux e Famastil, marcas do Grupo Vellore, com respostas mais rápidas às demandas do varejo e níveis de estoque mais estáveis.
A padronização gerada pela automação também eliminou variações no processo de embalagem e garante mais uniformidade aos produtos. “Com a digitalização, conseguimos acompanhar os motivos de refugo, quantidade produzida e indicadores de desempenho, o que fortalece a busca pela excelência operacional”, explica Alexandre Soares, gerente Industrial do Grupo.
Para Prestes, o ciclo atual é parte de uma estratégia contínua, voltada à evolução da indústria do futuro. “A modernização não é um ponto de chegada. Quanto mais tecnologia incorporamos, mais competitivos nos tornamos e mais valor entregamos para clientes, parceiros e consumidores”, finaliza.

 

Foto: Atila Alberti/Divulgação

Investimentos elevam capacidade produtiva do Grupo Vellore
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